A terra é um ventre, olhar, sentir. Bükurã'yé ña'ã tüo'ó, acessar o conhecimento dos ancestrais e dos guardiões ouvindo com sabedoria.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Añu'un nipetirã'ren, minha saudação a todos, como saudam os bükurã
mestres e sábios. O caminho que sigo é maravilhoso! Hoje venho convidar os amigos, nesta sexta-feira, dia 07 novembro de 2014. Ka'api
sirinrã estarei compartilhando com vocês com presença do meu pai nessa
caminhada que sempre esteve ao meu lado, assim como também a presença dos meus
ancestrais que habitam em mim e saudam!
Como chegar de carro: pode
ir pela Av. Santos Dumont passando o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes chegando na Av.
Turismo pega sua esquerda sentido Ponta Negra passando Supermercado Expresso entre na primeira rua a sua direita e estrada acesso ao Cetur. Segue em frente passando condomínio Vertente entre na primeira rua a sua direita nome da rua Achoari siga em frente desça ladeira e pega a sua esquerda na ultima casa .
Se for de ônibus pegue 306 aeroporto chegando na Av: Turismo passando Supermercado Expresso dessa na primeira parada e entre na rua acesso a Cetur podem ligar para meu cel 929 81646398 ou 92 995125974
E a partir das 22:00 horas farei abertura do encontro com as pessoas presentes,falarei sobre linhagem do xamã ao qual pertenço, apresentarei algumas danças tradicionais antigas e beber ka'api ( ayahuasca )
sábado, 21 de dezembro de 2013
As músicas
As
músicas ao som do assopro da flauta de paxiúba, bambú, embauba e barro
é uma alegria viva que dialogamos entre nós, ao assoprarmos o som
conta nossas histórias, entre outros.
Como Bükurã (velhos) falam as nossas músicas sempre soam até chegar ümühse Wi’i ( casa do céu) de lá segue para Casa Diá Sirohkã Wi’i e depois para Casa Ôhpenkõ Dihtará e seguindo distribuindo para outras Casas como Casa das Montanhas, Cachoeiras e lagos.
Hoje mahsüã tocam as flautas do Miriã Mahsün essas músicas o som vem da terra, nós ouvimos, entendemos e nos comunicamos. Somos criadores (as).
Eu tenho meu longo caminho, añu!
Como Bükurã (velhos) falam as nossas músicas sempre soam até chegar ümühse Wi’i ( casa do céu) de lá segue para Casa Diá Sirohkã Wi’i e depois para Casa Ôhpenkõ Dihtará e seguindo distribuindo para outras Casas como Casa das Montanhas, Cachoeiras e lagos.
Hoje mahsüã tocam as flautas do Miriã Mahsün essas músicas o som vem da terra, nós ouvimos, entendemos e nos comunicamos. Somos criadores (as).
Eu tenho meu longo caminho, añu!
Jornada e conhecimento
...andei por todos os lugares que tinha que passar,conheci o que tinha que conhecer e aprendi muitas cosias. Hoje, não corro nem fujo, não dou nenhum passo
para trás, sei que tenho que seguir firme e com equilíbrio.Mas vejo também
um pouco de emoções e sentimentos, como ser humano, é aceito. De fato
tenho longo caminho, novos horizontes, hoje olho mais para mim, quem eu sou? de onde venho?por onde passei? No entanto, não vou mais me preocupar em agradar à todos, apenas para alegrar a vida das
pessoas para que sintam bem. Preciso valorizar a minha vida, a
minha alegria, continuar a minha vida simples que eu levo e gosto. E cuidar da pessoa que me ama e dos meus familiares, seja quem tiver que estará ao meu lado, aceite como sou...
Desde pequenos aprendemos o valor da vida
Desde
pequenos aprendemos o valor da vida de cada ser, seja parte da
zoologia, botânica, antropologia, ecologia entre outros. A nossa
forma de ver e sentir é a sabedoria e compreensão dos nossos
ancestrais, nossos avós e pais nos ensinam no dia a dia na
prática, quando falamos é a nossa história, nossa cultura... nossa vida. É importante dar continuidade para que as futuras gerações mantenha nossa história viva.
Andei e passei onde tinha que passar para compartilhar com a sociedade, como artista plástico, peças teatrais, e como palestrante. E uns dos trabalhos que me motiva, gosto e admiro são com os adolescentes
e as crianças, as pinturas faciais e corporais falando dos significados e a representatividade dos pontos que fazem parte da vida, e do dia a dia.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Tempo é Mestre
O tempo é tudo! Eu tive tempo de chegar nesse ventre pelo canal delicado e fui recebido pela minha vô e minha mãe. Eu tenho saudade da minha infância, das brincadeiras com outras crianças e das comunidades por onde vivi. E tudo isso está vivo na minha memória, que infância boa foi a minha, sinto muitas saudades e ótimas lembranças.
Aprendi muito com tempo, o tempo ela nos dá respostas, de nós mesmo, das pessoas e de fato tempo é o tempo.
Tudo tem seu tempo e eu fiz minha reflexão agora junto do tempo...de seguir meu caminho mais uma vez, tenho que chegar onde tiver que chegar e ousar. Porque bükurã estás comigo, ãnu!
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
III Encontro de Turismo Comunitário na Amazônia
Data: 28 e 29 de novembro de 2013.
Coordenação do Evento foi Grupo de Pesquisa “Desenvolvimento Social e Turismo na Amazônia”.
Realização: Curso de Turismo da Universidade do Estado do Amazonas.
Parceiros: Secretaria de Estado para os Povos Indígenas e Fórum de Turismo de Base Comunitária do baixo rio Negro – Amazonas.
É protagonismo das populações tradicionais e povos indígenas.
Abrahão Baré, Bu'ú e Gasodá Surui
A apresentação dos parentes a experiência que trouxeram foi um grande compartilhamento ao evento e para pessoas presente.
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